A HIERARQUIA DO SUCESSO

Não importa o quanto você anda, o menor caminho entre dois pontos é aquele que se planeja antes de começar a andar. Seth Godin traça de maneira objetiva o caminho para o sucesso: Atitude, Foco, Objetivo, Estratégia, Tática e Execução

Existe aquele profissional que adora executar, passa horas executando e que, quando termina, quer mais é continuar executando – algo que eu classificaria como o business-monkey, profissional workaholic com um vocabulário business na ponta da língua, aprendido através de cursos e livros de auto-ajuda profissional.

Acontece que a Execução, a Tática e as decisões tomadas diariamente não são nada sem uma boa Estratégia, pois é ela que determina se elas vão ou não atender aos Objetivos. Mas também de nada adianta ter uma boa Estratégia e um Objetivo definido, se você não se identifica com ele, o que nos leva a Atitude e Foco, os quais raramente ouvimos falar.

Foco determina como nos vemos dentro dos desafios, nossas práticas e principalmente nosso estilo de lidar com as situações: se somos imperativos, se estudamos as oportunidades, se damos ouvidos aos pares, se nos baseamos em fatos ou apenas em opiniões próprias. E a Atitude, no topo da hierarquia, trata do que aquilo tudo representa para você, de como você pode fazer diferença no mundo através do que você faz.

Algumas questões que podem ajudar: Você cria oportunidades ou aproveita as que foram criadas pelos outros? Como você lida com o fracasso? Você sabe quando é a hora de desistir? Como você encara seus concorrentes? Que personalidade você procura nas pessoas que contrata? Como é trabalhar para você – uma escolha ou uma obrigação? Quais são as decisões que você toma quando ninguém está olhando?

Não que a execução e o improviso não sejam importantes, afinal são eles que aparecem no resultado, com os devidos créditos. O que não pode acontecer é focar apenas na execução, distribuindo ordens e tomando decisões pontuais sem olhar primeiro para um todo.

Não se navega sem uma bússola, dependendo da direção do vento, pois não é a quilometragem rodada que importa, mas sim o destino aonde se quer chegar. Pois se for depender do vento, você pode ficar rodando em círculos sem sair do lugar.

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