4 comportamentos essenciais do design thinking

Warren Berger estudou mais de 100 top designers e chegou a conclusão que haviam alguns comportamentos compartilhados entre eles. Esses hábitos, quase como instintivos, também eram ligados a habilidade de converter idéias em soluções inovadoras. Então o que podemos aprender com os designers e inovadores? Eles sabem questionar, se importar, conectar e se comprometer – os quatro comportamentos básicos do design thinking.

Questionar: Designers levantam muitas perguntas. Muitas vezes esse é o início do processo de design, e geralmente influencia todo o resto. E nesse ponto é importante fazer perguntas “bobas”, como que estimulando a ingenuidade, mas questionando principalmente as realidades e conceitos pré-estabelecidos. Questionar, quebrar paradigmas, repensar os fundamentos básicos – Qual o negócio que atuamos? O que os consumidores de hoje realmente precisam e esperam de nós? – nunca foram tão importantes.

Se importar: No papel é fácil dizer que nos preocupamos com o consumidor, que eles são a chave do sucesso, mas a realidade é bem diferente. Se importar é a habilidade de conseguir dar um passo fora da bolha coorporativa e ver a situação com os olhos do próprio consumidor, mergulhar em seu universo diário e entender suas reais necessidades.

Conectar: É a capacidade de sintetizar e re-combinar elementos existentes em novos produtos ou serviços. Quem inventou o primeiro rádio portátil com fones de ouvido foi a Sony, mas quem colocou o mp3 e a tecnologia touch-screen nele foi a Apple. Isso é um exemplo que a inovação não precisa surgir do zero. A soma do pensamento lateral com a visão de fazer combinações pode ter resultados surpreendentes.

Se comprometer: Qualquer um sonha com idéias e soluções, mas colocar em prática é outra história. É natural para o designer trazer idéias para o plano da realidade, seja através de um esboço num guardanapo ou na forma de um protótipo. Quando você dá forma a uma idéia, ela começa a se tornar realidade.

O comprometimento na fase inicial de qualquer projeto também envolve a coragem para errar, o que permite aos designers apresentarem idéias mesmo antes delas estarem prontas, avaliá-las e aprimorá-las – o conceito fail foward – errar, mas aprender e corrigir e seguir em frente.

Confira o artigo original sobre o assunto, publicado no Harvard Business Review.

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2 respostas em “4 comportamentos essenciais do design thinking

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